domingo, 21 de dezembro de 2014

Campanha Muito Especial


Sem medo de sermos felizes, neste ano novo que vai nascer, buscaremos ainda mais “lutar o bom combate”. Como diz o ditado popular... ”É melhor acender uma vela, do que atacar as trevas”... Nesta causa, tão pouca compreendida por alguns, vamos caminhando e cantando, perseguindo nosso sonho de sermos todos iguais (mesmo que as desigualdades nos façam acreditar ao contrário) perante o que virá.

Um ano que se vai com muitas vitórias extremamente importantes e que, neste sentido, nos revela o sentimento de profundo agradecimento a todos que nos apoiaram nesta luta e, com o espirito solidário, passamos a desejar um ótimo natal, e um ainda mais empolgante ano novo para todos!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Primeiro Seminário "Inclusão no Esporte"

Hoje, dia 19 de dezembro ocorreu o primeiro Seminário "Inclusão no Esporte" no IFES Campus Vitória, com a participação de seis entidades de pessoas com deficiência. Nas mesas temáticas foram abordadas várias situações que serão acolhidas pelo poder público em busca de uma verdadeira política de acolhimento as diferenças.



Após o termino do evento, todos se confraternizaram com uma deliciosa moqueca capixaba e desejando uns aos outros um excelente 2015, repleto de muita coisa boa. Aproveitamos para agradecer a todos o apoio e compreensão a nossa causa.

Foto: Maura Bonfim



quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Treino Solidário de Natal - Convite

Você pode nos dar um presente Muito Especial...Sábado 20/12/2014, Praia de Camburi, Quiosque K1 ( Perto do Pier de Iemanjá), Vitória, ES, de 19:00 as 20:30 h.


segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Campeões de Verdade.


Final de semana eletrizante para o Paradesporto Capixaba. Katia Cristina Antônio vence a Ultra Maratona “Hours Night Run” se consagrando com a maior maratonista da história do Estado. O que fica marcado para quem assistiu ao evento, foi a forma com o que a corredora fez todo o percurso, pois além de ter corrido 100 quilômetros, fez todo o percurso sem caminhar um só metro, sendo que, sorrindo o tempo todo. Perguntada pelos populares sobre esta atitude, Katia respondeu: - “Agradeço ao autor e consumador da minha Fé, meu grande amigo Deus, a quem tanto amo, pois pedi para me guiar hoje na ultramaratona durante as 12 horas de minha corrida e, meu sorriso é a prova maior de que ele nunca me abandona”.

Outro que brilhou muito foi Ernesto Mendonça, que foi o grande destaque da delegação Capixaba no Ceará, estabelecendo o recorde do continente americano no salto em altura F12, com esta vitória Ernesto se torna um dos maiores medalhistas da história do Circuito Brasil Paralímpico e, a festa na cidade de Fortaleza teve um sabor todo especial, degustado pelo paladar de um Campeão de Verdade. Na foto acima, Ernesto em visita a Casa Branca nos Estados Unidos, onde no mês passado, em parceria com o consulado norte americano, palestrou sobre a experiência paralímpica do estado do Espírito Santo. 

Ainda em Fortaleza, Renata Bazone conquistou a prata nos 400 metros junto ao seu guia Fernando Martins e, Marcos Cruz com seu guia Luiz Gustavo Ventura a medalha de bronze nos 400 metros. Fechando com primazia, Mario Junior conquistou mais um bronze para nossa gente na prova do lançamento do dardo...Parabéns Capixabas!!!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Daniela Briel brilha na Corrida Ruas da Cidade.

Entrevista: Jornal A Tribuna
Daniela Briel continua fazendo muito sucesso nas participações nas corridas pelo Brasil. O projeto de paradesporto do Espírito Santo vem buscando mobilizar a participação nos eventos e, tem mostrado seu valor em todas as competições que vai. Ano que vem (2015) a equipe vai buscar, mais uma vez, participar do Grand Prix de Atletismo, que é realizado em 09 etapas internacionais. A partir da semana que vem começará uma campanha para arrecadar fundos para que esse objetivo seja alcançado.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

SOMOS TODOS DESIGUAIS*

Queiramos ou não e embora tenhamos evoluído bastante na busca de ponto de equilíbrio que leve em consideração o todo, forçoso admitir que a competitividade disseminada pelo “mundo sentemporâneo” se tornou bem mais exigente, daí o divórcio que muitas vezes se nota entre a vontade e a realidade, como reflete a atribulada vida do ser humano já a partir do ventre materno.

Indico exemplos do futebol, judô, natação, vôlei, basquete, tênis, ciclismo, handebol, triatlo, como poderia mencionar vários outros, para ilustrar, de forma básica, quanto a competições esportivas e seus aspectos de igualdade.

Pois logo chama a atenção algo crucial a todos eles: a mulher não é tratada como sendo igual ao homem! Não tem nem essa de dotar um de regras que compensem eventuais diferenças. Não competem entre si.

É óbvio que nem tudo que se aplica ao esporte se adéqua a demais aspectos da vida, mas não deixa de chamar atenção a forma como se dissemina a igualdade entre homens e mulheres, especialmente no campo do trabalho, ainda que estejamos nos referindo a dois seres absolutamente diferentes, cujos sacrifícios, por consequência, se mostram bem diversos.

Do judô, entre outras modalidades esportivas, traz-se regra da divisão por categorias de peso. Alguém por volta dos 60 quilos, em prol da igualdade, compete com outro dessa mesma faixa.

E notamos no gigantesco tatame econômico, já que derrubadas todas as suas fronteiras, empresas “acima de 100 quilos” (quando não se fundem em outra “acima de 200”) com enormes perspectivas de derrotar quaisquer “rivais” pela frente, sem intervenção eficaz dos “árbitros”, pouco importando a disparidade de forças, sobressaindo, neste cenário, a competitividade generalizada como fim em si mesma.

E não obstante o esporte procure privilegiar o esforço dos melhores, possibilitando, via de regra, que todos compitam com todos na categoria geral, não deixa de incentivar, reconhecer e premiar disputas envolvendo faixas etárias ainda não habilitadas ou que já passaram do auge exigível à competição universal, mas se revela de enorme relevância humana, social e econômica a manutenção ou a conquista à prática desportiva, bem diferente de um rotineiro registro de “extinção” na junta comercial.

Embora seja bem mais fácil sensibilizar o meio esportivo, já que o econômico costuma manter falsa altivez em plena falência, também não significa que nele a busca do equilíbrio em razão das diferenças humanas seja simples.

A Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, por exemplo, no artigo 30, item 5, alínea “a” dispõe: “para que as pessoas com deficiência participem, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, de atividades recreativas, esportivas e de lazer, os Estados Partes deverão tomar medidas apropriadas para incentivar e promover a maior participação possível das pessoas com deficiência nas atividades esportivas comuns em todos os níveis”.

Contudo, citando, por várias, a corrida de rua, em um dos aspectos que importa ao segmento, quase sempre, nos regulamentos, quando não é a falta de previsão de sua participação, em categoria própria que leve em consideração as suas especificidades, é a ausência de premiação baseada em parâmetros iguais ou que guardem proporcionalidade com os estabelecidos para a categoria geral, condição que, em nosso sentir, em evento realizado, apoiado ou patrocinado pelo poder público, deve se tornar obrigatória.

É vem ser e vencer... Para ganhar da competição!

*Luiz Antônio de Souza Silva
Promotor de Justiça no Estado do Espírito Santo
Publicado no Jornal “A Tribuna”, Vitória-ES, 22.10.2014, p. 22

domingo, 19 de outubro de 2014

Lutando, ainda mais, o "Bom Combate".

Fez aniversario o recorde mundial dos 400 metros T11 masculino. Só lembrando que, mesmo tirando leite de pedra, somente um paratleta cego concluiu esta distancia abaixo dos 50 segundos. Que sirva de estimulo para muitos outros que, mesmo tendo todas as condições, ainda estão na "zona de conforto". Muitos que criticaram nosso trabalho, pois, como diz o ditado..."Quem sabe fazer, só aparece depois que esta pronto"...ainda se colocam em posição de oposição a ele (gostaria de saber qual o motivo real), mas o esporte brasileiro, infelizmente é agregado de algumas posições meramente vaidosas. Com muita dedicação nossa equipe conseguiu chegar ao nosso maior objetivo até pouco tempo atrás...agora, em 2014, cansado de levar tanta "porrada" de muitos lados, estamos esperando uma luz no fim do túnel, pois apesar de tantas promessas e tapinhas nas costas, ainda não conseguimos nem mesmo levar nossos heróis a participar condignamente de eventos internacionais, para se prepararem melhor para os Jogos Rio 2016...Um pena!

https://www.youtube.com/watch?v=rIZQs2Iydds